Regras de utilização
Última atualização: 10 de agosto de 2026
As traduções desta página são fornecidas por conveniência; a versão portuguesa é a versão juridicamente vinculativa.
O Valora analisa a página que lhe indicas. Estas são as três regras que determinam o que ele consegue — e o que não consegue — fazer por ti. São curtas de propósito: um texto longo não é lido, e um texto não lido não defende ninguém.
1. Uma análise iniciada é concluída e contada
Quando carregas em Analisar, o Valora faz uma pesquisa real de mercado, que tem um custo para nós no momento em que arranca. Por isso a análise conta para o teu limite mensal mesmo que feches o painel antes de a veres, e mesmo que a tenhas iniciado por engano.
Repetir a análise do mesmo anúncio no mesmo mês não conta outra vez.
2. Uma recusa também conta
Se a página não tiver um artigo concreto — uma página inicial, uma pesquisa, uma categoria — o Valora diz-te que não pode avaliar, em vez de inventar um artigo. Essa resposta também conta para o teu limite: a verificação foi feita, e recusar honestamente é o comportamento que queremos que o produto tenha.
Para avaliar, abre o Valora na página de um lote ou anúncio concreto.
3. Uma boa análise exige uma boa identificação
A qualidade da avaliação depende do que a página mostra. Se o anúncio não identificar a peça — sem referência, sem número de série, só uma descrição vaga — o Valora diz-te que a identificação é incerta, e o relatório sai com essa limitação declarada.
Não respondemos por decisões tomadas a partir de análises feitas sobre páginas que não identificam o que está à venda. Quem escolhe a página escolhe a qualidade dos dados.
O que o Valora não é
O Valora é uma ferramenta de apoio à decisão, não aconselhamento financeiro, fiscal ou jurídico. Os valores de mercado são estimativas a partir de fontes públicas; os custos de aquisição são calculados a partir de um conjunto de regras fiscais verificadas por país de destino, e podem mudar. Confirma sempre antes de comprar.